CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEIS

"Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações."
Fica aqui uma simples pergunta: Já suprimimos as necessidades atuais dos seres humanos?
João Carlos A. Alves

A madeira é o material utilizado na construção: 100% reciclável; completamente renovável e o único produzido pelo sol.

BIM (ou Building Information Modeling)
Acreditamos que já é o futuro dos vários softwares CAD e a melhora nas dinâmicas não só da construção, mas também da manutenção e o fim de ciclo do nosso edificado.

A crescente demanda por edifícios ecológicos posicionou a madeira como uma solução poderosa e valiosa para estruturas sustentáveis que não adiciona desnecessárias de custo, nem compromete o desempenho da construção. A madeira é imediatamente reconhecida como sustentável em virtude de ser um recurso renovável. Ela cresce naturalmente e os modernos padrões florestais extraem madeira de maneira sustentável para preservar o meio ambiente da floresta. demanda por edifícios ecológicos posicionou a madeira como uma solução poderosa e valiosa para estruturas sustentáveis que não adiciona camadas desnecessárias de custo ou compromete o desempenho da construção. A madeira é imediatamente reconhecida como sustentável em virtude de ser um recurso renovável. Ela cresce naturalmente e os modernos padrões florestais extraem madeira de maneira sustentável para preservar o meio ambiente da floresta.

Os benefícios da construção em madeira:

A“ (…) madeira tem contribuição de armazenamento (sequestro de carbono) “ (Santos, 2004, p.16), o que contribui para uma maior sustentabilidade das edificações.

 If the 19th century was the century of steel and the 20th century the century of concrete, then the 21st century is about engineered timber

Eco||Sistema tem um enorme respeito pela natureza e pelo meio ambiente, seguindo assim modelos mais ecológicos e sustentáveis, relativamente aos praticados na maioria das construções.

A construção dos edifícios é realizada em fábrica o que permite a diminuição dos tempos de construção, relativamente ao convencional.

A construção em fábrica permite uma poupança de sinergias na construção dos edifícios, além disso contribui para uma menor quantidade de resíduos, o que implica menores custos e menor impacto ambiental.

Este modelo de construção permite afirmar que são edifício com um maior respeito pelo meio ambiente. Um dos fatores que contribui para a poupança de energia em edifícios construídos no nosso sistema é a estratigrafia especial das paredes, combinada com as propriedades excecionais do material de que são feitas.

Partindo da premissa: "a energia mais barata é aquela que não se consome." Sabemos que a madeira tem exelentes propriedades térmicas é deducional, que se necessite menos isolamento, para se obterem edifícios energeticamente mais eficientes

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Utilizamos técnicas construtivas de alta tecnologia:

Sistema construtivo "gaiola pombalina" 1755

Flexiband– Banda mono adesiva acrílica, resistente ao calor e ao gelo, veda hermeticamente as ligação sobreposições de membranas sintéticas e betuminosas. Particularmente aconselhada também para ligação madeira-madeira.

Tela Traspir- Aplicada sobre o lado frio da parede de madeira, garante a proteção do isolante e a vedação do edifício contra o vento. A aplicação correta prevê a combinação com as bandas adesivas específicas ou com colas para membranas. Apropriada para a utilização em paredes ventiladas.

Tela Pára Vapor - Aplicada sobre o lado quente da parede de madeira, garante a vedação da entrada de ar no edifício. A aplicação correta prevê a combinação com as bandas adesivas específicas ou com colas para membranas. Apropriada também para o fecho interno do teto.

Placa SuperpanTech P5 – Painel composto por faces externa em fibra e interiores em partículas de madeira aglomeradas, para uso de ambiente húmido e estrutural.

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Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

“Os nossos edifícios são responsáveis por 47% das emissões de gases de efeito de estufa (CO2)!” Não é normal que o nosso "lar" seja o setor mais poluente, por cima dos transportes e indústrias.

O design e a construção da Eco||Sistema, obedecem vários padrões e certificações de construção, que permitem aos proprietários usufruir de altos padrões de desempenho energético, com baixas emissões de CO2 com uma pegada carbónica nula, passando em vez de emitir armazenar carbono.

O Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 foi aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2019, de 1 de julho.

Por ocasião da Cimeira de Ação Climática, Portugal submeteu às Nações Unidas, um ano antes do prazo, o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, que constitui a sua Estratégia de Desenvolvimento a Longo Prazo com Baixas Emissões de Gases com Efeito de Estufa, prevista no Acordo de Paris.
 
O Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 estabelece, de forma sustentada, a trajetória para atingir a neutralidade carbónica em 2050, define as principais linhas de orientação, e identifica as opções custo eficazes para atingir aquele fim em diferentes cenários de desenvolvimento socioeconómico.
 
Atingir a neutralidade carbónica em Portugal implica a redução de emissões de gases com efeito de estufa entre 85% e 90% até 2050 e a compensação das restantes emissões através do uso do solo e florestas, a alcançar através de uma trajetória de redução de emissões entre 45% e 55% até 2030, e entre 65% e 75% até 2040, em relação a 2005.
 
Atingir a neutralidade carbónica em 2050 implica, a par do reforço da capacidade de sequestro de carbono pelas florestas e por outros usos do solo, a total descarbonização do sistema eletroprodutor e da mobilidade urbana, bem como alterações profundas na forma como utilizamos a energia e os recursos, apostando numa economia que se sustenta em recursos renováveis, utiliza os recursos de forma eficiente e assenta em modelos de economia circular, valorizando o território e promovendo a coesão territorial.
 
Alcançar a neutralidade carbónica tem um impacto positivo na economia e na criação de emprego, fomenta o investimento e cria um maior dinamismo económico, permitindo - ao mesmo tempo - poupanças significativas que conduzem ao equilíbrio da balança de pagamentos. Adicionalmente, tem associados diversos impactos positivos, como seja a melhoria da qualidade do ar, que se traduz - inevitavelmente - em ganhos ao nível da saúde.